Maior rentabilidade ao agricultor para famílias com perdas significativas é uma das metas da Federação dos Trabalhadores Rurais do Rio Grande do Sul

"Se não houver melhoras nos preços, a agricultura quebra". Este foi o desabafo do presidente da Fetag - Carlos Joel da Silva durante coletiva de imprensa,ocorrida dia 13/12 na sede da entidade, que representa os trabalhadores rurais em Porto Alegre.
Na ocasião, ele fez um balanço com resultados e perspectivas do ano. Analisou a relação com os governos estadual e federal, as conquistas e principalmente as perdas significativas na renda das famílias da área rural.Criticou a alta carga tributária que poderia ter sido resolvida e disse ainda, que o problema de preços caros, não é culpa do produtor, por esta razão, é preciso haver equilíbrio. Criticou também as autoridades que não se empenham em resolver as questões fundiárias, não concedendo recursos para os programas que estão sofrendo cortes . "A classe politica está devendo para o setor, para a classe trabalhadora que põe comida na mesa.Não sentimos o apoio, precisamos limpar este pais", disse o presidente.
Ele espera que na hora de votar, a população saiba separar o joio do trigo, para depois, não se decepcionar.
Outro ponto discutido: o aumento da legítima representação da agricultura familiar, nas eleições de 2018 .
Mais outra questão abordada refere-se à política de preço mínimo do leite, até hoje, uma incógnita para o produtor, que nunca sabe quanto vai receber pelo produto.
Texto e fotos: Regina Lemos
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